FALCÃO - O COLECIONADOR DE CABAÇOS
Se para os
anatomistas o hímen é uma membrana que fecha em parte a vagina,
para Falcão aquilo lá não passa de um cabaço, a ser rompido
no primeiro clarim - ostentá-lo ao perfurá-lo braulicamente
é como erguer aos ares um troféu, a cabeça do inimigo.
Como diria Licurgo Studart,
"um cabacinho tem seu valor". Oxalá fiquemos com
Lamparina, ao deparar-se com Procópio Straus na tesouraria de um
cabaré de Nova Jersey: "Eu gosto é dum cabacin!"
Falcão (deveria estar no
Guiness) é, pois, o maior colecionador de cabaços do Ocidente,
desde que a princesa Isabel emprenhou daquele rapaz e deu em
fazer o que fez. São cerca de 1550 unidades - incluindo-se 21
carretéis.
Falcão, conhecido por
"broca fálica helicoidal", não só tirou diversos
cabaços, alguns ainda empenujando, como travou verdadeira
cruzada em busca do cabaço desconhecido.
Chegou a encomendar duas
centenas a Fidel Castro, no que sofreu retaliações republicanas
de Bill Clinton. A NASA só não atinou para o seguinte: nem uma
himenoplastia (recabaceamento) desfará o que a natureza de
Falcão fez no entre-pernas da criatura feminina.